
Um ano e dois meses, 410 dias, 9.840 horas, 590.400 minutos. Durante esse tempo, qual fração representaria a quantidade de minutos em que eu passei com a cabeça a quase 3 mil quilômetros daqui? Os números seriam alarmantes.
Confesso que foram muitas madrugadas, muitas aulas, muitas tardes de estudo, muitos encontros com os amigos deixados de lado, único e exclusivamente, em função de uma única coisa. Uma pessoa, na verdade.
Nessa altura do campeonato, contentar-se apenas com o que minha mente imagina não é nada fácil. Então eu me agarro nas únicas possibilidades de me deixar mais perto do que eu tanto quero: telefonemas, cartas, a lembrança de um perfume, “bom dias” todas as manhãs... E isso me faz bem, me faz muito bem. Então eu fico imaginando como seria sem todos esses quilômetros e eu percebo que eu seria a pessoa mais feliz desse mundo.
Eu não vou desisti da idéia sobre as pessoas destinadas. Elas sempre ficam juntas no final, certo? Então nosso “final” vai ter que chegar um dia. É nessa certeza que eu me agarro sempre, quando riem de mim, dizem que isso tudo é ilusão minha, que eu sou uma boba e que estão me enganando. Porque eu sei que nada do que me dizem é verdade e só eu preciso saber disso, só eu preciso acreditar em todas as promessas que me deixam feliz, em todos os sonhos e nos “eu te amo”.
E quando nosso “final” chegar ele vai ser apenas o começo de tudo que formamos aqui, com todos esses quilômetros entre a gente, e nós vamos olhar pra trás e provar a todo mundo que nada disso foi em vão. E nosso conto de fadas vai ser tornar realidade, mas o encanto não vai acabar a meia noite.
Confesso que foram muitas madrugadas, muitas aulas, muitas tardes de estudo, muitos encontros com os amigos deixados de lado, único e exclusivamente, em função de uma única coisa. Uma pessoa, na verdade.
Nessa altura do campeonato, contentar-se apenas com o que minha mente imagina não é nada fácil. Então eu me agarro nas únicas possibilidades de me deixar mais perto do que eu tanto quero: telefonemas, cartas, a lembrança de um perfume, “bom dias” todas as manhãs... E isso me faz bem, me faz muito bem. Então eu fico imaginando como seria sem todos esses quilômetros e eu percebo que eu seria a pessoa mais feliz desse mundo.
Eu não vou desisti da idéia sobre as pessoas destinadas. Elas sempre ficam juntas no final, certo? Então nosso “final” vai ter que chegar um dia. É nessa certeza que eu me agarro sempre, quando riem de mim, dizem que isso tudo é ilusão minha, que eu sou uma boba e que estão me enganando. Porque eu sei que nada do que me dizem é verdade e só eu preciso saber disso, só eu preciso acreditar em todas as promessas que me deixam feliz, em todos os sonhos e nos “eu te amo”.
E quando nosso “final” chegar ele vai ser apenas o começo de tudo que formamos aqui, com todos esses quilômetros entre a gente, e nós vamos olhar pra trás e provar a todo mundo que nada disso foi em vão. E nosso conto de fadas vai ser tornar realidade, mas o encanto não vai acabar a meia noite.
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